Estávamos prontos para sair, eu, GUI, Dani, e outros garotos. Pegamos o táxi e fomos a balada gay. Quando chegamos lá uma fila enorme, cheia de gente de todos os tipos. Minha ansiedade estava a flor da pele, estávamos todos felizes juntos. De repente, quando a fila andou e estava em nossa vez, o segurança pediu a identidade. Tínhamos todos de 15 a 17 anos. Nos barraram, não tínhamos mais de 18, não podíamos entrar. Arrumamos um plano B, onde iríamos para uma praça toda arrumada, bem iluminada e tinha um leve movimento. Eu estava vestida propriamente pra rua, não pra balada em sí. Ligamos para uma pizzaria e eles por incrível que pareça entregou na praça!
Eu resolvi aproveitar que estava tudo em um clima bem harmônico e chamei o Daniel para o canto para conversar em particular... Era sobre os populares. Perguntei se ele estava andando com aquele grupinho idiota de populares, ele respondeu que não. Perguntei também se ele estava namorando "ela" ( a qual não deve mais ser nomeada neste lugar), ele disse que também não e que ela tinha feito aquilo apenas pra me provocar. Depois do ocorrido, nem queria mais vê-lo em minha frente, mas depois dessa conversa eu o perdoei. Olhava em seus olhos azuis penetrantes e profundos, seu perfume exalava de uma forma encantadoramente boa, a luz da lua refletia em mim, mas o deixava mais destacado. O que eu realmente estava fazendo? Estava tendo algo ali, ou era impressão? Eu estava fascinada, algo ali me fez sentir um conforto, o que durou poucos minutos pareciam anos. Até que finalmente alguém se moveu, ele me abraçou e disse que sentia minha falta e falta de Rafa. Uma dor no peito me atingiu como uma faca, eu lembrei, ele a namorava, por isso nunca fui tão próxima com ele. Eu via algo diferente de apenas como uma amizade, eu o via como... Um amor. Era difícil pensar nele como um amor, pois ele namorava minha melhor amiga... Eu não posso fazer isso, ele ainda a ama, mesmo não estando viva. Dentre todos esses pensamentos ainda sentia suas mãos quentes em meu torno. Enfim ele se afastou e voltamos para a mesinha da praça, onde todos estavam. Gui me olhou com cara do tipo: "rolou alguma coisa?!". Eu fiz uma careta e neguei com a cabeça. Conversamos todos normalmente como se nada tivesse acontecido. É claro que teve beijinho do Gui e do tal " amigo" dele. Acabou que eu fui para a casa do Gui e só no dia seguinte iría para minha casa. Boa noite🌛
sábado, 28 de novembro de 2015
Dia 18- Não deu certo (PARTE 2)
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